Cases

Alguns dos nossos cases de sucesso:

Petrobras contrata três novas sondas

O número de poços perfurados no Rio Grande do Norte em 2009 deverá a chegar a 500, 200 a mais do que este ano. Para atingir a meta, a Petrobras contratou mais três novas sondas, que chegaram a Mossoró nesta quinta-feira (13). Os equipamentos de 1.350 toneladas desembarcaram no Porto de Natal na terça-feira (11).

As sondas de origem chinesa, trazidos pela empresa ETX, estão contratados para ficar durante oito anos perfurando em território potiguar, principalmente, nos municípios da região Oeste. 

Segundo o diretor-geral da Unidade Negócio de Exploração e Produção do Rio Grande do Norte e do Ceará (UM-RNCE), as sondas têm capacidade para perfurar poços de até 1.200 metros de profundidade, o que atende as necessidades da maior parte dos poços.

De acordo com Fernando Lima, este ano já foram adquiridas nove sondas, um a mais do  contratado no ano passado. No início de 2009, deverão chegar mais oito sondas. “Em 2007, perfuramos 180 poços, este ano serão 300 e em 2009, 500”.

O diretor da Unidade explica que a contratação das sondas faz parte da estratégia da UN-RNCE para alcançar a meta de produção de 115 mil barris por dia até 2011. Atualmente, são produzidos 80 mil no Rio Grande do Norte e Ceará.

A operação das três sondas deverá gerar 132 empregos diretos no campo de operação, e cerca de outros 40 na base operacional, além de 200 empregos indiretos em atividades como transporte, alimentação e hospedagem de funcionários, uniformes e caminhões-guindaste. 

As sondas deverão ainda gerar o recolhimento de R$ 9 milhões em ISS durante os oito anos para os municípios onde operarem.

Termoaçu S/A

Fomos responsáveis por toda a importação da TERMOAÇU S/A, usina que responde pela produção de mais da metade de toda a energia consumida pelo Estado do Rio Grande do Norte. A Termoaçu é considerada o maior projeto de co-geração de energia elétrica e vapor da América Latina. Além da energia que produz a partir da queima do gás natural, ela fornece 610 toneladas/hora de vapor para uso da PETROBRAS com o objetivo de aumentar os níveis de recuperação dos poços de petróleo em terrageração.

Esse foi um projeto de enorme impacto social para o RN, tendo em vista a geração de empregos diretos — foram cerca de 4 mil postos de trabalho, incluindo aqueles necessários à construção do gasoduto e vaporduto da Petrobras — até a condição de auto-suficiência do Rio Grande do Norte em geração de energia elétrica.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a governadora Wilma de Faria inauguraram nesta sexta-feira (19), através de videoconferência em solenidade ocorrida na Universidade Federal Rural do Semi-árido (Ufersa), em Mossoró, a usina termelétrica Termoaçu. Com a inauguração, o Rio Grande do Norte deu o passo decisivo para se tornar auto-suficiente na geração de energia elétrica. A usina tem capacidade de produzir 320 megawatts de energia elétrica, mais da metade da necessidade de consumo do Estado, que é de 600 megawatts. Ao se somar com as novas usinas eólicas que estão sendo implantadas no litoral potiguar, o Estado passará a exportar o excedente de energia e se libertará da condição de importador.

Ao encontrar a obra da Termoaçu paralisada, no início da sua primeira gestão, a governadora Wilma de Faria intercedeu junto ao governo federal para que o empreendimento tivesse continuidade. Agora a obra se concretiza, representando um investimento de R$ 735 milhões da Petrobras e do grupo Iberdrola. A eletricidade gerada atenderá aos clientes da Cosern e da Companhia Elétrica da Bahia (Coelba), além da própria Petrobras, já que o vapor será utilizado para a injeção contínua em poços de extração de petróleo, possibilitando o aumento na produção de petróleo em 12.000 barris por dia.

De acordo com a Petrobras, na construção da usina, durante o período de pico, foram gerados 2.300 postos de trabalhos diretos, dos quais 1.100 ocupados por trabalhadores do Vale do Açu e de outras regiões do Estado. A termelétrica está autorizada a operar comercialmente desde o dia 10 de setembro. Inicialmente a usina produzirá energia a partir do gás natural extraído no Rio Grande do Norte e no Ceará, que produzem atualmente 1,3 milhão de metros cúbicos/dia. A partir de dezembro, a usina poderá ser abastecida também de Gás Natural Liquefeito (GNL).

"A exploração de petróleo e gás, como já ocorre em nosso território, insere o Rio Grande do Norte no seleto grupo de estados brasileiros produtores de energia", lembra a governadora Wilma de Faria, ressaltando que a Termoaçu e as usinas eólicas, juntas, irão produzir 600 megawatts de energia elétrica. Ela lembrou ainda que a garantia de que há produção estável e energia disponível no Rio Grande do Norte dará confiabilidade aos investidores que desejem expandir seus negócios, pois elimina o risco de apagões.

Acompanharam o presidente Lula e a governadora Wilma de Faria na solenidade, os ministros Fernando Haddad (Educação) e Edison Lobão (Minas e Energia), além do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli e da governadora Wilma de Faria. Participaram ainda da solenidade o presidente do Congresso Nacional, Garibaldi Alves, os deputados federais Sandra Rosado, Henrique Eduardo Alves, Betinho Rosado, secretários de Estado, dirigentes da Petrobras, o reitor Milton Marques, funcionários e alunos da Ufersa.

Parnamirim Energia S/A

A Parnamirim Energia S.A. é uma sociedade estabelecida pela Collett no ano de 2002, com 51% de participação acionária tendo o objetivo de implantar e operar uma usina Termoelétrica de 108 MW no Estado do Rio Grande do Norte.

A usina constitui-se de grupos motogeradores Caterpillar, a óleo diesel, para conexão ao sistema interligado nacional. O contrato de suprimento de energia, com a Comercializadora Brazileira de Energia Emergencial – CBEE, foi encerrado em dezembro de 2004.

Em 2005, a Parnamirim decidiu desativar essa usina e efetivar a venda de seus ativos. Neste mesmo ano a Parnamirim Energia venceu uma licitação para fornecimento de energia ao sistema isolado da cidade de Manaus, e, com esta finalidade, criou a empresa Rio Amazonas Energia S.A., com participação de 99,9%. Em maio de 2005, a Rio Amazonas assinou contrato de suprimento de energia elétrica, com prazo de 20 anos, com a Manaus Energia, empresa subsidiária do Grupo Eletrobrás e iniciou a construção de usina termelétrica, a óleo combustível, com capaciadade de 65 MW, com máquinas Wartsila. Em 2006 a Parnamirim decidiu vender sua participação na Rio Amazonas. 

Atualmente a Parnamirim está analisando novas alternativas de investimento em geração de energia.

Lista de Empresas

1) ACUMULADORES MOURA
2) AQUATEC INDUSTRIAL PECUÁRIA LTDA
3) BANDEIRANTE DRAGAGEM
4) BCH ENERGY DO BRASIL SERVIÇOS DE PETRÓLEO LTDA
5) CAMANOR PRODUTOS MARINHOS LTDA
6) CENTRAIS ELÉTRICAS DA PARAÍBA S.A. – EPASA
7) ESTRE PETRÓLEO, GÁS E ENERGIA LTDA
8) ETX SERVIÇOS DE PERFURAÇÃO E SONDAGEM LTDA
9) FINOBRASA AGRO-INDUSTRIAL S.A.
10) GENEACH AQUACULTURE LTDA
11) GUARARAPES CONFECÇÕES S.A.
12) INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA DO VALE LTDA
13) INSTITUTO DE RADIOLOGIA DE NATAL
14) LDC BIO ENERGIA S.A. – UNIDADE ESTIVAS
15) LOJAS RIACHUELO S.A.
16) LUFKIN DO BRASIL EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS LTDA
17) M. DIAS BRANCO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS S.A.
18) MI SWACO DO BRASIL – COMÉRCIO SERVIÇOS
19) MHAG SERVIÇOS E MINERAÇÃO S.A.
20) PETRÓLEO BRASILEIRO S.A.
21) PREST PERFURAÇÕES
22) SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL - SENAI
23) TERMOAÇU S.A.

Mhag adquire moinhos para aumentar a produção

A empresa MHAG SERVIÇOS E MINERAÇÃO S/A, contou com a assessoria aduaneira da Terrasul Assessoria em Comércio Exterior Ltda, para ampliar sua capacidade produtiva, com a realização da importação de um moinho de bolas da China, que culminou em uma das maiores operações de transferência de equipamentos industriais já realizada no estado. Para transportar o material, foram utilizadas 22 carretas, sendo 11 especiais, transportando uma carga de 700 toneladas. Os caminhões partiram do Porto de Natal e percorreram cerca de 250km até a Mina do Bonito, em Jucurutu. Os equipamentos são responsáveis pelo processamento de 300 milhões de toneladas de itabirito por um período que variará de 20 à 30 anos.

O investimento para a aquisição, instalação e ajustes de funcionamento dos equipamentos chegou a R$ 100 milhões. Em todo este processo, mais de 500 empregos foram gerados. Atualmente a Mhag já emprega na mina cerca de 140 pessoas, a maioria da própria região do Seridó.

Alheia aos efeitos da crise econômica, a Mhag Serviços e Mineração S/A, que explora ferro no município de Jucurutu, anuncia a ampliação de suas atividades no Rio Grande do Norte. Amanhã à noite, o transporte de três novos moinhos para beneficiamento do minério será iniciado em uma das maiores operações de transferência de equipamentos industriais já realizada no estado.  

Para transportar o material, serão utilizadas 22 carretas, sendo 11 especiais, transportando uma carga de 700 toneladas. Os caminhões partem do Porto de Natal e percorrerão cerca de 250km até a Mina do Bonito, em Jucurutu. Os equipamentos serão responsáveis pelo processamento de 300 milhões de toneladas de itabirito por um período que varia de 20 a 30 anos.

Para detalhar a ampliação de suas atividades e a logística envolvendo o deslocamento dos moinhos a empresa vai conceder entrevista coletiva à imprensa, no pátio da Companhia Docas do RN (Codern) amanhã.

A aquisição dos moinhos e seu carregamento até Jucurutu é mostra do tamanho da aposta que a Mhag está fazendo no Estado, mas surpreende pelo fato da empresa ter anunciado no final do ano passado que reduziria em 40% suas metas de produção: de 10 milhões de toneladas de minério de ferro para 6 milhões. O motivo para a redução seria a crise internacional que atingiu o comércio de ferro no mundo inteiro.

Para adquirir os equipamentos, instalá-los e fazer os ajustes para funcionamento adequado, os investimentos chegam a R$ 100 milhões. Em todo este processo, mais de 500 empregos serão gerados. Atualmente a Mhag já emprega na mina cerca de 140 pessoas, a maioria da própria região do Seridó.

Os moinhos foram adquiridos para, inicialmente, processar 1,2 tonelada de minério de ferro por ano. Na próxima fase, no decorrer do período de exploração, esse beneficiamento chegará a 6 milhões de toneladas por ano. A empresa atua em Jucurutu desde 2005.

Amanhã à noite, saindo da Codern, o comboio de 22 carretas, com os volumes que comporão os novos moinhos da Mhag, segue em direção ao Seridó. Enquanto estiverem dentro do perímetro urbano de Natal, o tráfego dos veículos só poderá ser feito no período noturno.

Ao sair da capital do Estado, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, o conjunto de carretas só poderá seguir em horários pré-definidos por conta do feriado de Carnaval. A previsão de chegada à Mina do Bonito é domingo. A carga veio da China para o Brasil de navio, dividida em 109 volumes. A viagem transcontinental durou cerca de um mês e meio.

Operação de dragagem do canal de acesso do Porto de Natal

A Terrasul está presente em mais uma importante obra para economia do nosso Estado, a operação de dragagem do canal de acesso do Porto de Natal. Com atualmente 10 metros de profundidade, a obra de dragagem pretende aumentar para 12,5 metros, proporcionando o acesso de navios de maior calado e atendendo à crescente demanda do mercado potiguar. Para prestação do serviço foram contratadas duas dragas estrangeiras, a Francesa La Belle, fabricada em 1984, e a Holandesa Reem Island fabricada em 1976. A obra está orçada em 34,4 milhões, com recursos liberados pela Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Por serem embarcações estrangeiras, usadas, que estão operando no Brasil com contratação por empresa Brasileira, elas precisam ser admitidas sob um Regime Aduaneiro Especial de Admissão Temporária com recolhimento dos tributos proporcional ao tempo de permanência dos bens no Brasil. Esse regime exige uma variedade de documentos, procedimentos e formulários, é justamente aonde a Terrasul tem o seu diferencial, proporcionando agilidade e eficiência na liberação das embarcações, sempre atendendo à legislação vigente.